domingo, 4 de agosto de 2013

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: A PROPAGANDA TELEVISIVA DE ALIMENTOS NÃO SAUDÁVEIS VEICULADAS MUNDIALMENTE INFLUENCIAM NEGATIVAMENTE CRIANÇAS, JUVENIS E ADOLESCENTES, LEVANDO AO SOBREPESO, OBESIDADE, OBESIDADE ABDOMINAL E AS SUAS GRAVES CONSEQUÊNCIAS – DR. JOÃO SANTOS CAIO JR. ET DRA. HENRIQUETA V. CAIO.

O excesso de peso em crianças é um problema significativo de saúde pública global, cerca de 10% das crianças em idade escolar, e mais de 22 milhões de crianças menores de 5 anos, estima-se que tenham sobrepeso ou já são obesas. Embora a prevalência absoluta da obesidade infantil ocorra tanto em países desenvolvidos como nos países em desenvolvimento, os níveis de obesidade estão aumentando no mundo todo. A comercialização de alimentos para crianças tem sido reconhecida como um fator que contribui para o desenvolvimento da obesidade infantil, juvenil e de adolescentes, e é considerada uma importante área para se atuar na prevenção da obesidade. As revisões sistemáticas têm mostrado que o marketing gera crenças positivas sobre os alimentos anunciados e influenciam nas preferências alimentares das crianças, juvenis e adolescentes, e com frequência as crianças solicitam aos seus pais ou parentes, que os adquiram. Estes resultados causam preocupação porque os alimentos anunciados são tipicamente a antítese das recomendações dietéticas. Evidências de pesquisas psicológicas indicam que as crianças, particularmente aquelas com menos de oito anos, não estão totalmente conscientes da intenção persuasiva do marketing de alimentos e tendem a aceitar a publicidade como verdadeira, precisa e imparcial. As crianças mais velhas, embora possam entender que a publicidade se destina a vender um produto, podem não ser capazes de interpretar essas mensagens de forma crítica. Poucos estudos têm comparado os padrões internacionais de publicidade de alimentos televisiva para crianças. Um deles constatou que alimentos e bebidas foram os mais altamente divulgados e que os produtos de confeitaria, cereais matinais e alimentos desidratados, os restaurantes de fast-food são responsáveis ​​por mais da metade de todas as propagandas de alimentos apresentadas na televisão. 
Numa análise de técnicas de marketing persuasivas, como o uso de personagens e brindes promocionais na publicidade televisiva do mundo todo, foi observado que são mais veiculadas em publicidade de alimentos não saudáveis e durante os períodos de transmissão televisivas mais populares entre as crianças. Em um estudo, se descobriu que a taxa de propaganda de alimentos não saudáveis contendo prêmios foi 18 vezes mais elevada do que as outras propagandas, no horário mais popular entre as crianças, e duas vezes mais alta durante o horário mais popular entre os adultos. As crianças foram expostas a altos volumes de publicidade televisiva de alimentos não saudáveis, com técnicas persuasivas que influenciam as crianças. Devido a estas ligações comprovadas entre a publicidade de alimentos, e a preferência e consumo, estes achados dão suporte para a regulamentação da publicidade de alimentos durante as horas de grande audiência de crianças.
AUTORES PROSPECTIVOS

Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia – Neuroendocrinologista
CRM 20611

Dra. Henriqueta V. Caio
Endocrinologista – Medicina Interna
CRM 28930


Como Saber Mais:
1. O excesso de peso em crianças é um problema significativo de saúde pública mundial...
http://pesocontrolado.blogspot.com

2. Cerca de 10% das crianças em idade escolar, e mais de 22 milhões de crianças menores de 5 anos, estima-se que tenham sobrepeso ou já são obesas...
http://obesidadecontrolada3.blogspot.com

3. Estes resultados causam preocupação porque os alimentos anunciados são tipicamente a antítese das recomendações dietéticas...
http://nutricaocontrolada.blogspot.com

AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.

Referências Bibliográficas:
Prof. Dr. João Santos Caio Jr, Endocrinologista, Neuroendocrinologista, Dra. Henriqueta Verlangieri Caio, Endocrinologista, Medicina Interna – Van Der Häägen Brazil, São Paulo, Brasil; Bridget Kelly, MPH; Jason Halford CG, PhD; Boyland Emma J., MBA, mestrado, Kathy Carvalho, MS; Inmaculada Bautista-Castaño, MD, PhD; Christina Berg, PhD; Caroli Margherita, MD PhD; Brian Cook, PhD ; Janine G. Coutinho, MSc; Effertz Tobias, PhD; Grammatikaki Evangelia, MSc, Kathleen Keller, PhD; Leung Raymond, M Med, Manios Yannis, PhD; Renata Monteiro, PhD; Pedley Claire, MSc; Prell Hillevi, MSc; Kim Raine, PhD; Elisabetta Recine, PhD; Lluis Serra Majem, PhD; Sonia Silva, MS; Summerbell Carolyn, PhD 2011/02/21; Jornal Americano de Saúde Pública. 2011, 100 (9) :1730-1736.

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